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AGES apoia o 1º Encontro Estadual das Guardas Municipais Femininas de São Paulo

O século XXI tem se caracterizado pela organização e reivindicação dos grupos conhecidos como minorias socioeconômicas. Grupos que, por questões históricas ou culturais, ficaram em desvantagem de direitos e garantias em relação à outros grupos sociais. Negros, indígenas, LGBTs, mulheres, imigrantes, etc, formam um contingente repleto de anseios que, ao longo dos anos, transformaram-se em bandeiras, cada um com sua especificidade, sua característica particular, enriquecendo, assim, a busca pela diversidade, pelo respeito à diferença.

 

Especificamente na questão de gênero, os avanços na luta por iguais condições e direitos da mulher, infelizmente, são proporcionais ao agravamento de situações que teimam continuar existindo. Assédio moral e sexual em vários níveis, desigualdade de condições de trabalho e de salários para as mesmas funções, violência doméstica e feminicídio, ainda são problemas reais para grande parte das mulheres brasileiras.

 

Em vários campos de estudos científicos e acadêmicos, em vários sindicatos, entre várias classes de trabalhadoras, a questão da mulher e suas questões específicas têm sido debatidas, pesquisas tem dado norte às bandeiras a serem levantadas e o nível de organização tende a gerar, cada vez mais, vitória na luta dessas mulheres. E as mulheres das Guardas Municipais? O que pensam? Estas são suas bandeiras? Se não, quais são? O que querem? O que esperam? O que pleiteiam?

 

Para tentar responder a estas perguntas, e a outras que podem vir a surgir, a AGES está prestando total apoio ao I Encontro Estadual das Guardas Municipais Femininas de São Paulo, uma iniciativa inédita e pioneira, encabeçada pela guarda Juliana Lacerda Ferreira, da cidade de Ilha Solteira, do interior do estado. Muito ainda há a se discutir, o Encontro está ainda no início das conversas, mas, mesmo de forma embrionária, vem tomando corpo. O intuito é que as próprias guardas elaborem os temas e discutam as dificuldades específicas que a mulher encontra no ofício de Guarda Municipal.

 

Aguarde mais informações!

 

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