E A GCM DE SÃO CAETANO DO SUL, COMO ESTÁ?
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E A GCM DE SÃO CAETANO DO SUL, COMO ESTÁ?

A AGES-SP tem recebido denúncias de GCMs de São Caetano do Sul acerca dos EPIs que estão sendo pagos para que eles enfrentem a Pandemia. Segundo relatos, somente agora, após quase dois meses de Pandemia, é que as equipes receberam 3 Kits com máscaras e luvas descartáveis, estes kits não suprem nem um (01) dia de serviço, que dirá, o mês inteiro.

Foram enviadas fotos de uma máscara de que não é cirúrgica, mas sim, de uso caseiro e visivelmente cheia de costuras, completamente inadequada para profissionais que geralmente entram em contato com pessoas a menos de um metro e que podem estar contaminadas, pois conforme a ANVISA e a OMS, as máscaras mais adequadas são a cirúrgica tripla, soldada tecnologicamente por ultrassom, com um tecido intermediário que estabeleça o meio filtrante, entre outras características, ou a N95.

A preocupação tem razão de ser, pois o município de São Caetano do Sul em abril, chegou a ficar em 3º lugar no país, em casos de COVID-19, segundo o Diário do Grande ABC.

A título de informação, para profissionais que estão na linha de frente a OMS diz o Seguinte:

A OPAS e a OMS recomendam que as máscaras cirúrgicas sejam usadas por:

pessoas com sintomas respiratórios, como tosse ou dificuldade de respirar, inclusive ao procurar atendimento médico

profissionais de saúde e pessoas que prestam atendimento a indivíduos com sintomas respiratórios….

Alguns países têm recomendado o uso de máscaras caseiras, feitas com panos. Atualmente, NÃO há evidências científicas fortes de que isso terá um papel importante na redução da velocidade de transmissão da COVID-19.

Fonte: https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=6101:covid19&Itemid=875

No mesmo sentido a ANVISA explica:

II- INDICAÇÃO/PÚBLICO ALVO

Qualquer pessoa pode fazer uso de máscaras faciais de uso não profissional, inclusive crianças e pessoasdebilitadas, desde que respeitadas a tolerância, o ajuste e a higiene do material. Recomenda o uso emlocais públicos (por exemplo, supermercados, farmácia e no transporte público).

profissional de saúde também poderá indicar a utilização da máscara não profissional nas condiçõesde exposição que ele indicar como adequada.

Quatro regras básicas devem ser seguidas:

a. a máscara é de uso individual e não deve ser compartilhada;

b. deve-se destinar o material profissional (máscaras cirúrgicas e do tipo N95 ou equivalente) para osdevidos interessados: pacientes com a COVID-19, profissionais de saúde e outros profissionais de linha de frente em contato próximo e prolongado com possíveis fontes de contágio; ….

lá descreve também,

Observação 1: A máscara de tecido NÃO é um EPI, por isso ela NÃO deve serusada por profissionais de saúde ou de apoio quando se deveria usar a máscaracirúrgica (durante a assistência ou contato direto, a menos de 1 metro depacientes), ou quando se deveria usar a máscara N95/PFF2 ou equivalente(durante a realização de procedimentos potencialmente geradores de aerossóis)

Fonte : http://portal.anvisa.gov.br/documents/33852/271858/Nota+T%C3%A9cnica+n+04-2020+GVIMS-GGTES-ANVISA/ab598660-3de4-4f14-8e6f-b9341c196b28

A AGES-SP está de olho e à disposição para mais esclarecimentos e inclusive, no pós pandemia, fazer valer a Lei 13.022.

NÓS SOMOS A AGES E A AGES É VOCÊ!

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